sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Analise de uma proposta de Leitura e Escrita


Livro: História & Vida integrada – 6ª série
Autores: Piletti, Nelson e Claudino
Editora: Ática
Ano: 2001

A alma se incorpora aos vivos

Na noite de 21 de abril de 1997, um crime abalou o país: quatro jovens brasilienses de classe média jogaram álcool no índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, de 45 anos, que dormia num ponto de ônibus, e incendiaram seu corpo. Após alguns dias num hospital de Brasília, Galdino morreu. O índio, de um a reserva do sul da Bahia, tinha ido a Brasília para reclamar do governo a demarcação de suas terras, reconhecidas desde 1926.
Os quatros jovens deram uma justificativa abominável, expressão do seu preconceito:”Não sabíamos que era um índio, pensávamos que fosse um mendigo”. O corpo de Galdino foi enterrado na reserva Pataxó de Pau-Brasil (Bahia) no dia 23 de abril, com grande acompanhamento do seu povo, que exige a demarcação das suas terras. O texto a seguir explica o que acontece depois da morte, de acordo com a cultura dos pataxós hã-hã-hãe:
Pela cultura dos pataxós hã-hã-hãe, a lama do índio Galdino, vai para um lugar sagrado, onde fica uma semana, e depois se incorpora a todos os integrantes vivos da tribo.
“Sua alma vai incorporar a todos os índios da tribo e dar continuidade à luta pela posse da terra”, disse o índio Domingos Muniz, do conselho da aldeia. Muniz disse que a alma do pataxó será incorporada à comunidade uma semana após sua morte.
Nesse período, as pessoas fazem preces todos os dias, pedindo que os sonhos do morto que não foram alcançados em vida se transforme em realidade para a tribo.
As preces seguirão os preceitos católicos da cultura pataxó. Ainda segundo os pataxós, a morte violenta por um ideal significa que avitória está próxima.
“Mais cedo ou mais tarde, todos as nossas reivindicações serão atendidas”, disse Muniz.
Os pataxós reivindicam a 15 anos na Justiça uma área de 36 mil hectares, demarcada em 1926 pelo antigo Ministro da Guerra. Hoje, os 1.723 índios ocupam uma área de 1.079 hectares.
(adaptado do jornal Folha de São Paulo,23/4/97)


Proposta de trabalho

1- Leitura do texto, e discussão em sala sobre preconceito, e a repercussão do texto na sociedade. Analise sobre o respeito que devemos ter em relação a cultura indígena.

2-Divisão da classe um grupo, onde cada grupo vai investigar os diversos tipos de preconceito existentes na nossa sociedade.
· Preconceito racial
· Preconceito contra a mulher
· Preconceito de classe social
· Preconceito religioso
· Preconceito de pessoas com necessidades especiais
· Situação atual dos índios no Brasil

3 - Cada grupo deverá pesquisar diversas fontes de informação, para ter subsídios para apresentar em sua exposição, para os demais grupos envolvidos. Destacando ainda as dificuldades encontradas atualmente na sociedade, em razão do preconceito, gerando dificuldades em todos os segmentos, social e profissional. Cada grupo deverá ficar atento a que tipos de fonte estão utilizando em suas pesquisas.

4- Procurar conversar com pessoas que já sofreram algum tipo de preconceito e as conseqüências para sua vida, e que atitude tomou diante do fato.

5- Depois de realizada a pesquisa, os grupos farão um seminário para a classe, onde cada grupo irá contribuir para ampliação dos conhecimentos.


Capacidades de Leitura e escrita

- Localizar informação implícita e explicita no texto
- Estabelecer relações entre informações presentes no texto
- Identificar a finalidade do texto
- Estabelecer a relação de causa e conseqüência
- Estabelecer relações entre as informações contidas no texto e o contexto histórico geral, relacionando passado e presente.
- Posicionar-se sobre fatos narrados, a partir de elementos presentes no texto.


Marineusa

Podemos conhecer o Universo? Reflexões sobre um grão de sal


O objetivo da ciência é compreender de que forma o mundo funciona, procurar as regularidades que possam existir, mas, a ciência é uma experimentação, quantas coisas que já foram ditas como certas, depois de algum tempo foram questionadas e a verdade passou a ser outra. A ciência requer muita coragem para questionar o que parecia inquestionável.
O que pensar sobre o nosso universo, se ainda é uma incógnita, quantos espaços ainda para serem explorados, a ciência é algo que jamais pode parar, a cada dia, novas descobertas são realizadas, novas “verdades” são apresentadas.
Hoje, compreendemos melhor o que está a nossa volta, mas antigamente tudo era cercado de misticismo, tudo era proibido, até o pensar. Mudar a rotina, contestar dogmas já arraigados na cultura de um povo era ir contra as leis de Deus.
Conhecer de fato o nosso Universo parece um tanto difícil para nós seres humanos, vamos tentar desvendar os mistérios de um grão de sal, que a alho nu nos parece tão insignificante, mas que é de uma complexidade imensa.
Vamos comparar o grão de sal, com nosso cérebro, parte do nosso corpo, ainda desconhecida, com tantos mistérios, com tantos neurônios, dendritos, com toda sua complexidade, não representam um por cento do número de átomos de um grão de sal.
O sal é um cristal, composto por átomos de sódio e cloro, totalizando 10 milhões de bilhões de átomos, separados são mortais e destrutivos, para nós seres humanos, mas, unidos se transformam em uma especiaria muito apreciada, que até já foi usada como moeda na antiguidade.
Portanto, desvendamos os segredos do grão de sal, agora para compreender o Universo, precisaríamos de um cérebro tão volumoso quanto o próprio universo. Quando desvendamos outras esferas, o censo comum e a intuição tornam-se guias não confiáveis. O homem na sua busca pelo desconhecido tem colaborado muito para que nós pudéssemos compreender melhor e entender que somos apenas um planeta, em meio a tantos.
A Terra faz parte deste universo, somos um grão diante da imensidão que a ciência busca desvendar, mas fazer parte do conhecido em busca do desconhecido é o que nos motiva como seres humanos a buscar desvendar a cada dia esses mistérios, com a certeza de que a cada dia estaremos descobrindo coisas novas que vão colaborar para melhorar, ou não, a vida dos seres humanos.

Marineusa

O milagre brasileiro


Muito se tem ouvido falar em milagres econômicos. Só que esses milagres beneficiam os ricos e nunca os pobres. Este período compreendido entre 1969 e 1973 é conhecido como a fase do “milagre” quando, sob o regime militar, o crescimento da economia brasileira apresentou uma extraordinária aceleração, com ampliação média de 11% ao ano. O nosso “milagre” foi abalado pela crise do petróleo de 1973, já que a elevação dos preços comprometia o desenvolvimento de um país onde o consumo era crescente e a maior parcela do petróleo era importada. Mesmo assim, o país ainda manteve bons níveis de aceleração econômico-industrial até o final dos anos 70.
Esse crescimento esteve relacionado com os grandes investimentos em infra-estrutura do regime militar e o duro controle sobre as manifestações dos trabalhadores, que garantiu a mão de obra barata e, juntos levavam à atração de novos investimentos.
Mas o chamado milagre econômico brasileiro, pregava no sentido de primeiro fazer o bolo crescer para, depois, dividi-lo entre todos. O bolo cresceu, ajudado pelo fermento da euforia, mas a divisão prometida não aconteceu. Pelo contrário, a renda se concentrou cada vez mais, e o povo passou, apenas, a esperar.
Como resultado, ocorre uma das maiores, senão a maior concentração de renda do mundo. Poucos têm muito, e muitos têm pouco, ou nada têm. A multidão de deserdados da sorte cresceu sem controle.
Como conseqüências deste “Milagre Brasileiro”, atualmente multidões de famintos que tomam conta das ruas, pessoas que nem precisam dizer que estão com fome, está na cara. Essas multidões são presas fáceis da criminalidade. Observamos um crescente índice de crimes de morte, que espanta e apavora a todos. A verdade é que ninguém mais confia em ninguém. As pessoas vivem assustadas, deprimidas, depressivas.
O povo brasileiro ainda está esperando por um “Milagre”, que proporcione dignidade a sua vida, respeito pelos seus direitos, seriedade política e justiça para todos. Sabemos que a paciência do povo brasileiro é inesgotável, mas até quando vamos suportar viver desta maneira?

Marineusa




Se um viajante numa noite de inverno


A leitura é fundamental para a vida das pessoas, para seu conhecimento, ler um livro é relaxante, ele nos leva a lugares incríveis, a viver momentos únicos.
Mas, a leitura exige muita disciplina, para algumas pessoas local ideal para ler, silêncio, poltrona confortável, para outros, isto não representa muita coisa, pois conseguem ler em qualquer lugar, com barulho ou não.
Muitas vezes, nos deparamos com pessoas que aproveitam cada momento de seu tempo livre para ler, quando viajam de carro, no horário de almoço, na praia, já vi pessoas lendo no metrô, naquele entra e sai, barulho, o maquinista anunciando a todo momento a próxima parada, e aquele leitor concentrado, como se tudo não existisse, somente sua leitura que o faz muitas vezes esquecer por alguns instantes o que ainda tem pela frente, um dia inteiro de trabalho, ou o estresse do final do dia.
Acima de tudo, o que importa mesmo é a disposição para leitura, encontrar um lugar em que possa se sentir bem é fundamental para que a leitura seja prazerosa, mas algumas dicas são importantes; um lugar confortável, luz ideal para que nada atrapalhe, se fumar mantenha tudo próximo a seu lado.
Muitas vezes, escolhemos livros pelo nome, pela capa, e quando começamos a ler, o mesmo não era exatamente o esperado, mas nunca devemos desanimar antes de chegar ao final, pois, como poderemos ter uma opinião sobre o livro se não o conhecermos por inteiro.
Desistir jamais, pois quando o fazemos, podemos dizer que fracassamos, e este fracasso pode ser transferido para nossa vida pessoal, ou profissional. Dificuldades todos nós temos, mas o desafio é que torna mais atraente e gratificante vencê-las, somente assim a vida tem mais valor.

Marineusa

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Análise de Proposta de Atividade de Leitura e Escrita

Análise de Proposta de leitura e escrita de textos - natureza das atividades envolvidas:
Livro: Português – 4ª série
Autoras Lucinéia Machado e Carmen Valle
Editora: Nova Geração
Ano: 2006
Unidade Analisada: 9
Tema da Unidade: Monteiro Lobato e O vestido Maravilhoso
Capacidades de Leitura:
Localizar informação explícita no texto;
Relacionar informações;
Reconhecer o efeito de sentido decorrente de determinadas escolhas lexicais;
Inferir informações implícitas no texto;
Identificar a finalidade do texto;
Estabelecer relações entre as informações contidas no texto e o contexto histórico geral, tanto no passado quanto no presente;
Posicionar-se sobre fatos narrados, a partir de elementos presentes no texto.

De acordo com as análises feitas pode-se concluir que as propostas de leitura e escrita nesta unidade de estudos inspira-se em princípios didáticos e concepções de compreensão, considerando diferentes elementos e o contexto de produção.
Pela referência na introdução do texto, observa-se que o escritor é Lobato, um importante literato brasileiro.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Apreciação de Valores Éticos e Políticos

Que as ações dos trabalhadores simbolizavam e representavam a insatisfação e revolta dos mesmos pelos tratamentos recebidos em suas relações de trabalho.

Apreciação de Valores Éticos e Políticos

Em razão do tratamento dispensado aos gatos (animais) em detrimento aos trabalhadores (homens).

Apreciação de Valores Éticos e Políticos

Sim, para os operários os últimos ritos e os enforcamentos dos gatos em meio a delírios de alegria, desordem e gargalhadas representavam o extermínio dos patrões, o fim das humilhações e o possível resgate de respeito, enquanto pessoa humana e profissional.

Recuperação do Contexto de Produção

É marcante a crítica implícita que o autor faz das relações de trabalho na época pré-industrial européia.
No texto lido, observamos que seu contexto está nas condições de trabalho desumanas produzidas pelos Mestres/artesãos (capitalistas) junto aos aprendizes (operários).

Vozes e Discurso

Os recursos de linguagem que o autor usa são os conotativos e denotativos.
Para narrar um fato real (denotativo) o autor usa de uma linguagem conotativa, ou seja, irreal, ficciosa, etc.

Situação de Produção

Nome do texto: O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa.
Autor: Adaptado:DARNTON, R.; tradução de Sonia Coutinho.
Ano de Publicação: 1986.
Editora: Graal
Esfera de Circulação: espaços culturais.
Campo de Conhecimento: História Cultural. Porque relata fatos da vida cotidiana de um determinado grupo social.

Leitura do Texto e Checagem de Hipóteses

Nossa hipótese não se confirmou, em razão de o texto estar relatando um fato da cultura do povo francês, que apresenta a dura realidade nas relações de trabalho da classe operária e a burguesia no período pré-industrial (1830) da França.

Predições




A morte de um grande número de
gatos por trabalhadores revoltosos.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Produção de Relatório de Experiência


Secretaria de Estado da Educação
Coordenadoria de Ensino do Interior
Curso de Atualização: Desenvolvendo as Capacidades de Leitura e Escrita
Autoras: Errivaine Aparecida Ferreira
Marineusa Ap. Cicuto do Carmo

Relatório Científico: arco-íris

Jales – SP
2007




RESUMO


O arco-íris tem durante a trajetória da humanidade produzido as mais diferentes conceituações, dentre elas, a de arco-da-velha, arco-celeste, arco-da-aliança, dentre outros.
Por ignorância e desconhecimento científico foram-lhe atribuídas diversas funções e inclusive, que em seu início esconde diversos tesouros.
Contrapondo-se a estes conhecimentos tácitos, ou seja, do senso comum, neste experimento, busca-se comprovar a veracidade de que o mesmo é um efeito ótico produzido pela incidência de luz sobre gotas de água.


Introdução:

Desde tempos imemoriais o homem tem produzido crendices a respeito do arco-íris, dentre elas, e a mais popular, é que em seu início escondem-se diversos tesouros.
Conhecido também por arco-celeste, arco-da-aliança, arco-da-chuva ou arco-da-velha, este fenômeno óptico e meteorológico separa a luz do sol em seu espectro, aproximadamente consecutivo, quando o sol cintila sobre as gotas de chuva.
Suas cores ocorrem na seqüência: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.
O efeito do arco-íris pode ser visto sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver brilhando acima do observador em uma baixa altitude ou ângulo.
De acordo com Wikipédia, a enciclopédia livre, ele é o resultado da separação das cores da luz quando esta sofre uma ou mais refrações, compreendendo-se refração como a modificação da direção de propagação de ondas que incidem sobre interfaces entre dois meios, por exemplo, do ar para o vidro. O que ocorre é que as cores da luz branca separam-se porque cada cor tem velocidade diferente.
A busca da compreensão do processo que permite a realização deste fenômeno e ao mesmo tempo a desmistificação de conceitos construídos pelos conhecimentos tácitos é que se realizou estes experimentos.


O PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL :


Os procedimentos experimentais foram realizados por meio do uso de uma lanterna acesa com seu foco luminoso voltado para uma grande esfera de vidro cheio de água.


OS RESULTADOS:


Observou-se que mediante estes procedimentos surgiam arcos coloridos e que o primeiro era causado por uma única reflexão interna dentro da gota de chuva e que o segundo arco era causado por duas reflexões internas mediante a medição dos ângulos que os raios emergiam.
Observou-se também que a luz branca é composta por todas as cores do arco-íris, e que a mesma , por meio de um prisma de vidro pode ser decomposta no espectro completo de cores e, com outro, pode-se recombinar o feixe de luz em luz branca; que a cor vermelha é refratada menos que a azul e que isso permite compreender o efeito ótico do arco-íris.


CONCLUSÕES:


O efeito do arco-íris pode ser observado sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver brilhando acima do observador em uma baixa altitude ou ângulo; que o mais espetacular arco-íris aparece quando metade do céu ainda estiver escuro com nuvens de chuva e o observador estiver em um local com céu claro; que um local comum para se ver o arco-íris é próximo de cachoeiras; que a aparência do arco-íris é causada pela dispersão da luz do sol que sofre refração pelas gotas de chuva; que a luz sofre uma refração inicial quando penetra na superfície da gota de chuva; que a luz que entra é refletida em uma grande variedade de ângulos, com a luz mais intensa a um ângulo de cerca de 40º-42º, independente do tamanho da gota; que a luz azul retorna em um ângulo maior que a vermelha,mas devido a reflexão interna total da luz na gota de chuva, a luz vermelha aparece mais alta no horizonte, e forma a cor mais externa do arco-íris; que o arco-íris não existe em um local circunstanciado no céu, mas sim, que é uma ilusão de ótica, cuja posição aparente depende da posição do observador; que toda gota de chuva refratam e refletem a luz do sol da mesma forma, mas somente a luz de algumas delas chega até o olho do observador.


BIBLIOGRAFIA:

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Levantamento de Verbos- Planilha




Livro Escolhido


Livro: Linguagens no Século XXI
Autora: Heloísa Harue Takazaki
Editora: IBEP
Série: 8ª série - Língua Portuguesa
Unidade 7: O poder da mídia

Lista de Palavras

célula
s. f.
célula

do Lat. celula, pequena cela
s. f., dim. de cela; casulo de semente; cada um dos quartos ou alojamento dos cardeais;
Med., a mais pequena porção do organismo capaz de vida independente; cada um dos elementos plásticos, microscópicos, dos tecidos orgânicos; pequena cavidade ou interstício no tecido esponjoso dos ossos, etc.

centro
s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de centrar

centro
do Lat. centru < Gr. kéntron, aguilhão, centro
s. m., ponto que se encontra a igual distância de todos os pontos da circunferência ou da superfície da esfera; ponto que divide ao meio as retas que, por sua vez, dividem a figura geométrica em duas partes iguais; o meio de qualquer espaço; ponto de maior movimento onde alguma ação se exerce com mais intensidade; ponto em volta do qual se agrupam ou giram objetos, seres, idéias,etc. ;agrupamento,núcleo;parte de uma assembléia que fica entre as extremas direitas e esquerdas e geralmente composta pelos membros de idéias moderadas; assembléia, grupo, reunião de pessoas que se reúnem para o mesmo fim; local, sede dessas assembléias.

consumo
s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de consumir

consumo
s. m., ato ou efeito de consumir; gasto, saída, extração, venda (de mercadorias); totalidade dos bens e serviços consumidos; procura.

corpo
s. m.
corpo
do Lat. corpu
s. m., - qualquer porção limitada de matéria; a parte material de um ser animado; cadáver; busto; parte do organismo humano que compreende o tórax e o abdômen; parte do vestuário feminino que se ajusta ao tronco; conjunto de oficiais e soldados pertencentes a uma arma especial ou destinado a um certo serviço; conjunto; agremiação; grupo; espessura; consistência; coleção; unidade de medida dos caracteres tipográficos; a parte principal de muitas coisas.

missa de - presente: missa celebrada na presença do defunto;
- docente: conjunto de professores;
- diplomático: conjunto de diplomatas;
- da nobreza: o conjunto dos nobres;- de baile: grupo dos bailarinos de um teatro;- de exército: conjunto, mais ou menos considerável, de soldados;- de guarda: tropa que constitui o grosso da guarda de um posto;- de delito: conjunto e registro de averiguações de um determinado delito e identificação do autor do mesmo;- de Direito Canônico: coleção de leis referentes à disciplina da Igreja;- de Cristo: o pão eucarístico;- celeste: astro;- da igreja: a parte central da igreja, destinada aos fiéis;- de Deus: a festa do Santíssimo Sacramento;meio -: retrato desde a cabeça à cintura;dar o - ao manifesto: expor-se ao perigo;dar de -: defecar;- a -: em luta de corpo contra corpo;de - e alma: em pessoa.

coroa
s. f. s. 2 gén.
3ª pess. sing. pres. ind. de coroar

2ª pess. sing. imp. de coroar


coroa
do Lat. Corona
s. f.,
ornamento circular para a cabeça, que se usa como sinal de honra, de regozijo, ou de simples adorno; a parte mais elevada de alguma coisa; alto, cume, cimo; a parte superior do dente; cobertura metálica com que se reveste a parte superior do dente para a proteger; tonsura dos clérigos; calvície circular;

fig.,

prêmio, galardão; ornamento circular feito de flores naturais ou artificiais que se coloca no caixão ou túmulo; designação de várias moedas portuguesas (antigas) e estrangeiras;
círculo luminoso em volta de alguns astros; estado governado por monarquia; o poder, a dignidade real; a monarquia; rosário que compreende sete pais-nossos e sete dezenas de ave-marias; tufo de penas na cabeça de algumas aves; nome de duas constelações; banco de areia; cabo náutico que encapela nos mastros e mastaréus de gáveas; calvície nos joelhos do cavalo;
Bot.,
apêndice na corola ou na base de algumas flores;
Brasil,
baixio nos estuários;
s. 2 gên.,
pessoa madura ou idosa.

Geom.,
- circular: superfície plana entre duas circunferências concêntricas.

Verbete de Dicionário

Termo: Tempo

Área das Ciências Físicas e Biológicas:
1. Estado da atmosfera num dado momento no que diz respeito à nebulosidade, umidade, temperatura, pressão ou qualquer outro fenômeno atmosférico, as condições meteorológicas.

Área das Ciências Humanas:
2. A sucessão dos anos, dos dias, das horas, etc.; que envolve, para o homem, a noção de presente, passado e futuro.
3. Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize.
4. Época.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

O Micrócus



O Micrócus

O micrócus é um micróbio. E como tal não poderemos ver, a não ser, é claro, por um microscópio. Ele, porém, dificilmente é visto, mesmo através de tal aparelho, pois sua timidez não tem limite. Detesta aparecer. Quando empurramos à força, ele fica vermelho e nunca nos olha no rosto. Sua função é trazer até nós uma doença fatal: a microcunésia!!! Pois se ele nos espeta com aquela setinha que carrega na mão, o resultado é terrível, se bem que ninguém saiba o que é, pois nunca ninguém foi espetado. Extremamente delicado e atencioso com todos, ele tem seus aposentos nas proximidades do Cerebellum, num quartinho por demais confortável, graciosamente florido, com as flores dispostas com notável bom gosto pelo quarto, em belos vasos sanguíneos. Neste mesmo quarto, ele arrisca de vez em quando pintar um quadro e, sem nenhuma pretensão, pinta lindos motivos florais de cativante frescura.
Podemos até visitá-lo depois de seu expediente, quando seremos acolhidos com um lanche apetitoso. Se ele não conversa muito, por causa da sua timidez, escuta maravilhosamente - e, principalmente, acredita em tudo o que a gente fala e adora a nossas piadas.
Certa vez, um micrócus se apaixonou por um atincorpo que era freira. Desse amor impossível resultou a desgraça dos dois. Ela por sua heresia, foi queimada viva numa úlcera, transformando-se em santa e indo para o céu da boca. Ele foi condenado a passar o resto da vida numa prisão de ventre.
Mas o micrócus mais célebre foi um que conseguiu escalar um homem de dois metros, dos pés à cabeça, em três horas apenas; lá chegando, hasteou, altiva, a bandeira da sua espécie, imortalizando-a para todo o sempre.

Linguagem Metafórica e Linguagem Científica


A Linguagem Metafórica (linguagem conotativa) é utilizada no texto para enriquecer a narrativa com palavras que recebem novos sentidos, proporcionando ao leitor curiosidade e emoção. Já no segundo texto, a linguagem científica (linguagem denotativa) as palavras são usadas de acordo com o significado que possuem no dicionário, pois o leitor tem que ter uma única interpretação, sendo assim o texto, claro e objetivo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Redimensionando a compreensão do Texto de Dooling e Landman


O texto refere-se as mudanças que Colombo encontraria nas Américas, hoje.

As três irmãs apontadas no texto são as náus: Maria, Pinta e Nina.

As imensidões citadas é a constituição de relevos do Continente Americano.

As gemas as riquezas.

As criaturas aladas as populações indígenas com suas diversidades.

E, por fim, o grande herói Colombo. Será???

TEXTO DE DOOLING E LANDMAN


Respondendo...
Acreditamos que o texto trate de um aventura científica ficcional.
As três estrelas conhecidas como as Três Marias.
Na imensidão do universo.
Dinheiro fictício.
As constelações.
Cientístas extraterrestres

Mural da Ciência II


terça-feira, 16 de outubro de 2007

Avaliação do módulo 1


Os objetivos foram contemplados, pois, as oportunidades de interações nos grupos favorecem muito a compreensão do material explorado. Trabalhar com leitura e escrita interativamente facilita a compreensão da mesma. A comunicação via internet permite as pessoas comunicarem-se e trocarem informações de uma maneira muito rápida, ampliando assim os conhecimentos.
Quando compartilhamos aprendemos muito, pois, muitas vezes a leitura de algum texto de autores diversos proporciona conhecimentos que são construídos e ampliados a cada dia.
Não tenho dificuldade em trabalhar no ambiente virtual, às vezes o produzir requer maior atenção, afinal estamos trabalhando com leitura e escrita, levando a uma reflexão maior sobre os temas explorados.
Estou aprendendo muito, pois, como não sou especialista na área, muitas coisas são novidades, principalmente a tipologia textual. O texto da Roxane Rojo é muito rico, levando a reflexão sobre capacidade de compreensão, apreciação e réplica.
Todo gênero de discurso está sempre associado a uma esfera de atividade humana: esfera familiar, acadêmico-ciêntifica, escolar, política, jornalística, jurídica, literária, entre outras e que está inserido em um contexto sócio-histórico e econômico mais amplo, em cada uma destas esferas há diversos atores representando diferentes interesses em jogo e, também diferentes gêneros do discurso.
Este ano o PEF em parceria com o Instituto Ayrton Senna está trabalhando o Circuito Escolar voltado para leitura. Visitando as escolas e acompanhando o trabalho dos educadores, percebemos que quando a leitura se torna prazerosa, quando não é por obrigação. A mobilização e o envolvimento dos jovens foi muito grande. Estão lendo e se divertindo, nada é imposto é sim uma escolha.

Marineusa

Avaliação II: Módulo I

01) Você acredita que os objetivos desta primeira unidade, organizados em torno das práticas de leitura e escrita de perfis pessoais na web, expressão de opinião, depoimento, debate, apresentação para transação comercial e formulários, foram contemplados nas atividades desenvolvidas? Justifique.
Sim. Após a realização das atividades propostas e a mediação das tutoras os objetivos propostos foram atingidos.

02) O que você tem a dizer sobre o compartilhamento das experiências de leitura e escrita de diversos autores e de seus colegas no ambiente virtual?
As atividades de socialização das experiências de leitura e escrita permitiram-me a aquisição de conhecimentos significativos para a apreensão de conceitos referentes às possibilidades que o ambiente virtual oferece para o ler e escrever.

03) Como tem sido sua experiência de criação, produção e interação no Blog?
Rica. O blog enquanto diário virtual dos registros das experiências do processo ensino e aprendizagem deste curso possibilita mais que a visualização, a organização de todas as atividades desenvolvidas.

04) Ocorreram mudanças de conceitos em seus conhecimentos sobre gêneros discursivos e capacidades de leitura e escrita? Se ocorreram, quais seriam estas mudanças?
Sim, uma vez que a compreensão dos gêneros discursivos e capacidades de leitura e escrita nos proporcionou momentos de ação-reflexão-ação. Gerou redimensionamentos de nossa tese e favoreceu nossas leituras e escritas.

05) Como você pensa que a exploração dos conceitos de esfera de atividade e de gêneros do discurso podem interferir nas atividades de leitura e escrita?
Ao situarmos a esfera de atividade e de gêneros do discurso o leitor/escritor tem a possibilidade de melhor compreender as inferências, a interdiscursividade, a intertextualidade, a contextualização de um texto, dentre outras ocorrências lingüísticas.

06) Que situações pedagógicas estão sendo oferecidas para que os alunos de sua escola possam desenvolver capacidades envolvidas na compreensão e produção de textos?
Enquanto supervisora de ensino tenho acompanhado as atividades desenvolvidas nas escolas que supervisiono para auxiliar na formação do aluno leitor/escritor. Observo que em algumas práticas docentes o uso dos gêneros é explorado e os alunos são estimulados a vivenciá-los e podemos citar: narrativo, romance, reportagem, crônica, receita, notícia, HQ, etc.
Porém, muito ainda precisa ser feito. Precisamos formar brasileiros leitores e escritores.
Errivaine

sábado, 13 de outubro de 2007

Letramento e Capacidades de Leitura para a Cidadania

Roxane Rojo em seu texto: "Letramento e Capacidade de Leitura para a Cidadania" argumenta que a resolução de um problema comum nas escolas e em todo o país, ler, pode ser solucionado quando o educador toma consciência de que por meio da leitura promove-se a aquisição da multiplicidade de formas textuais e que isto deve ser socializado por eles, independente de sua área de ensino ou disciplina. Faz inferências de que gráficos, tabelas, esquemas, desenhos, fórmulas, textos jornalísticos, manuais técnicos, rótulos de embalagens, mapas são, na escola e fora dela, as diferentes linguagens e representações que o aluno deve compreender para argumentar e se posicionar frente a novas informações, mesmo por que, ao se proporcionarem essas práticas de leitura aos alunos concretiza-se a função social da mesma e, ainda, a de que ler e escrever são exercícios de cidadania. Por fim, enfatiza que o desafio de formar-se leitores e escritores não é tarefa apenas do professor de Língua Portuguesa mas, pressupõe, o trabalho coletivo de todos os “atores escolares”.

DEFINIÇÃO DE SENSO COMUM

Pode-se definir senso comum como conhecimentos construídos pela prática, intuição, supertições e crendices (tácitos), inexistem estudos científicos que promovam: o pensar, as regularidades, as conexões, as experimentações, os desafios, as críticas, os questionamentos, dentre outros.
Segundo Cotrim (2002, p. 46), o “[...] vasto conjunto de concepções geralmente aceitas como verdadeiras em determinado meio social recebe o nome de senso comum”.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Resumo: Nossa Capacidade Cerebral

O cérebro humano em sua complexidade e magnitude ao ser comparado ao grão de sal torna-se insignificante, uma vez que o cérebro humano representa apenas 1% do número de átomos contidos no referido grão.

Generalizações Parciais, Seleção e Síntese

Seqüência correta dos números: 1;10;11;15;7;9;12;3;6;2;8;4;13;14 e 5.

Definição do Fazer Científico

De acordo com Carl Edward Sagan pode se definir o fazer científico como o pensar sobre algo. Onde análises do mundo são feitas de modo crítico, propiciando tentativas de explicações para as idéias criadas a partir da imaginação/questionamentos humanos.

MURAL DA CIÊNCIA

Lista de aspectos que caracterizam a Ciência:
Problematização, hipóteses, pesquisa/investigação, experimentos, laborátório, comprovação ou não de hipóteses, conceitos científicos, argumentos, resultados, dentre outros.

MURAL DA CIÊNCIA

Ciências Humanas e suas Tecnologias:
De acordo com os textos pesquisados pode-se definir Ciência na área das Ciências Humanas a prática investigativa que em consonância com as características sociais, culturais e cognitivas do sujeito humano produz conhecimentos técnicos-científicos em detrimento dos tácitos. Apresentando cada um dos tempos de vida com sua singularidade, como síntese do desenvolvimento biológico e da experiência social condicionada historicamente. Em síntese, a construção do conhecimento científico, tecnológico e cultural é um processo sócio-histórico.
Linguagens e Códigos e suas Tecnologias:
Ciência para a área de Linguagens e Códigos e suas Tecnologias pode ser definida como a busca de superação do senso comum para o investigações científicas, demarcando-se, por um lado, a importância e as motivações sociais do trabalho científico, suas dimensões históricas e implicações ético-políticas e, por outro, a distigüindo entre esse tipo de conhecimento e o cotidiano, sem perder as relações entre eles.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Luz que aquece corações singelos...


A leitura e a escrita devem merecer atenção de todas as disciplinas? 3ª versão


Enquanto docentes do processo de leitura e escrita acreditamos que sim, pois ambas se completam. É por meio da leitura e escrita interdisciplinar e transdisciplinar que a competência leitora é apreendida pelos que vivenciam este processo. Cabe a todos os componentes curriculares explorarem os mais diferentes gêneros e tipologias, inclusive os virtuais.
Essas diferentes formas de materialização da linguagem proporcionam aos alunos leitores/escritores recursos que os inserem no mundo da leitura e escrita de modo mais crítico.
Possibilita também, o uso de estratégias que os estimulam a construírem sua competência leitora, dando-lhes condições para apreciar e replicar sobre o texto.

Proposta de Escrita: Milagre Brasileiro

Na proposta A, os alunos não são estimulados a refletirem sobre o tema, com isso, os seus escritos ficam apenas na transcrição. O enfoque da atividade está na gramática e ortografia.
Na proposta B, os alunos têm oportunidades de resgatarem conhecimentos prévios, socializarem, construírem novos conceitos, a partir de uma comanda clara, objetiva e que permite a compreensão do aluno do que o professor pretende que eles aprendam.
Mediante as estratégias utilizadas (grupos, pesquisas e seminários) favorece-se a participação mais efetiva e a apreensão dos conhecimentos de um determinado período: político, econômico e social do povo brasileiro, pelos alunos.

Proposta de Leitura: Milagre Brasileiro

Após a leitura das duas propostas e feito as análises das mesmas, concluímos que a A, não favorece a construção das capacidades de leitura, pois os questionamentos são superficiais e prendem-se apenas em conceitos.
Quanto a proposta B, a mesma favorece a construção das capacidades de leitura, pois, permite aos alunos leitores que: localizem informações explícitas no texto; façam inferências implícitas e de posicionamentos; reconheçam efeitos de sentido decorrente de escolhas lexicais; estabeleçam relações entre informações de causa e conseqüência, textos e outros (explorando a intertextualidade); identiquem a finalidade do texto; apreendendo conhecimentos dentro dos contextos históricos, políticos, econômicos e sociais de uma época, com isso, favorecendo a compreensão relacional entre passado e presente.

domingo, 30 de setembro de 2007

Ainda produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas.

Sonho ou Pesadelo

Abri os olhos, sentei-me na cama, senti um pequeno arrepio. Pensei: "hoje é o dia"!
Consultei o relógio e vi que estava um pouco atrasada, fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto e quando preparava para enxugá-lo escutei a campanhia.
Pensei: quem será a uma hora desta?
Fui à porta, abri e não havia ninguém. Dei um passo e pisei em algo, olho para ver o que é, acreditando ser o cocô de algum gato, quando deparei com um corpo. Fiquei assustada e mais ainda ao tocá-lo e senti-lo gelado e duro. É um cadáver. Meu Deus o que faço? Corro ao telefone.
- Alô é da polícia? Venham rápido, tem um cadáver em minha porta.
- Como?
- Tem um morto em minha porta!
- Senhora, se isso for um trote, a senhora estará em "maus lençóis".
Não era. Chegam os policiais - as perguntas não cessam - meu desespero, percebo que sou a suspeita do crime.
O quê? Eu, uma criminosa? Sou uma digna cidadã. Conheço meus direitos, quero um advogado. Sinto um frio na barriga. Meu Deus, serei presa! Presa! Desespero...
De repente, sinto-me agredida, chacoalhada.
- Acorde, Riva! Hora de trabalhar!

Respondendo a questão do ENEM 2007

A resposta correta para o exercício proposto na avaliação do ENEM é a E e acreditamos que as competências/habilidades necessárias para que os alunos respondessem corretamente são:ativar, antecipar, checar hipóteses, generalizar, inferir e comparar, uma vez que essas capacidades de compreensão de leitura lhes permitem angariar informações para responder a questão.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Os gêneros textuais em nossas vidas...

Em razão do mundo da leitura e da escrita fazer parte de nossas vidas podemos afirmar que diversos são os Gêneros circulam em nossas áreas de conhecimento, porém, os que mais utlizamos são:curriculum vitae, notícia, reportagem, crônicas social e esportiva,textos de opinião,artigos, editorial, seminários, tomada de notas, regras de jogo, dentre outros, porém, o que mais utlizamos em nossas aulas são as regras de jogo, tomada de notas e cartas de solicitação.
Temos observado que os alunos, de hoje, têm mais acesso ao mundo da leitura e da escrita, entretanto, muitos não o usa por diversos fatores, um deles é o pouco incentivo que têm para o ler e escrever.
Em razão disso, procuramos em todas as oportunidades levá-los a refletir sobre a importância do ler e escrever.
Os gêneros que eles mais se interessam são: os de regras, de opinião, romance e notícias e os que eles têm mais dificuldades são específicos, tais como: seminários, resenha e debate regrado.
As dificuldades mais comuns que apresentam são:interpretação e compreensão do que lêem e por conta disso, exporem suas idéias.
O pouco uso das hipóteses de leitura e escrita, a falta de ambientes de leitura em casa e também o pouco incentivo que recebem de alguns professores,acreditamos, explicam suas dificuldades.

Do que depende a compreensão de um texto?

Acreditamos que a compreensão de um texto advém dos conhecimentos prévios dos indivíduos adicionados por outros oferecidos pelo mediador, no caso específico das salas de aula, o professor. Outro aspecto a ser considerado para a compreensão de um texto é a intertextualidade, pois, a mesma possibilita a incorporação de modelos, vestígios e até estilos de outros textos e gêneros.

O que é texto?

Acreditamos que texto é toda construção social, entendendo-se o termo social como cultura construída e compreendida por meio de símbolos que geram significados e significantes.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas

O que um número não faz

Naquela nova casa da Rua Um pela vez primeira teria um espaço para organizar meus livros, deliciar-me com seus escritos, sentar-me em minha escrivaninha, enfim, ter um espaço para estudar. Não era um cômodo muito amplo, mas com certeza possibilitaria minhas viagens ao mundo da leitura e da escrita. Permitiria inclusive que eu fizesse de meus escritos momentos de criatividade, crítica, desabafo, confidências...
Nele teria minha estante e ela seria do jeito que sempre sonhei, com repartições onde caberiam todos os tamanhos e espessuras de livros, detalhe: iria até o teto, apresentando imponência, praticidade e beleza.
Tratei de encomendá-la ao melhor marceneiro da cidade, careiro, segundo as más línguas, mas excelente profissional. É bem verdade que urrei para pagar a “filha da p...”, porém valeria a pena.
A casa não ficava perto da oficina. Era a penúltima do quarteirão da CECAP, ao lado do açougue Boi Bom, que por sinal fazia um espetinho da hora, mas isso é uma outra história.
Estava ali há algumas semanas e não cansava de apreciar meu cantinho de leitura. Tanto que, quando o marceneiro, ao preencher o pedido da encomenda, perguntou-me o endereço da entrega, tive um instante de incerteza, entretanto, foi só um momento. Pensei rápido: “se o açougue é 8963, a casa é 8964”. Mas lembrei-me de que, ao ir ali pela primeira vez, observara que, apesar de ser ao lado do açougue, havia uma inversão nos números.
- Rua Um 8962 – respondi, e o marceneiro desenhou o endereço no pedido.
- Tudo certo, dona Errivaine. Mais ou menos daqui a um mês sua estante será entregue.
- Um mês, marceneiro! Tudo isso? Diminui este prazo vai.
- A estante é grande, sou caprichoso, gosto de satisfazer meus clientes. Digamos, três semanas.
Contei os dias. Aguardava com ansiedade o momento de ter meu cantinho de estudos arrumado, com a minha tão sonhada estante personalizada, onde enfim, poderia arrumar os livros por assuntos, autores, tamanhos. E, mais que isso, sentir-me uma estudiosa de verdade, uma leitora, cercada de livros por todos os lados. No dia da entrega, voltei do trabalho apressada para ver minha estante.
- Como é, chegou? – perguntei ao entrar.
- Chegou o quê? – respondeu meu filho.
- Como o quê? A estante!
Não chegara. O excelente marceneiro não cumprira com o combinado, ah cidadão filho de uma p...Telefonei-lhe sem pestanejar, no tom da voz, minha indignação. E ele;
- Como não cumpri? Andei com sua estante nas costas de cima pra baixo e não encontrei 8962 nenhum. E o açougue Boi Bom? Só tem de bom o local, porque açougue mesmo não existe.
- Fiquei inerte. Com certeza dera-lhe o número errado.
- Diga o numero correto e sua estante estará em sua casa, hoje, mesmo.
Fiquei sem palavras. Se não era 8962, qual número seria?
Não era 8962, disso tinha certeza...E o marceneiro ao telefone:
- Qual é o número dona Errivaine?
- É 6289, senhor...É isso, 6289.
- Muito bem, 6289. Já anotei. Ainda hoje terá sua estante.
Não tive. Será que havia dado o número errado novamente? Dei.
Corri ao telefone para me desculpar.
- Senhor..., é a Errivaine...da estante.
- A senhora está querendo brincar comigo?
Comecei a rir, enquanto o marceneiro, enraivecido, dizia que não ia mais entregar estante nenhuma, que eu fosse buscá-la, pois ele não era palhaço, etc, etc... E com isso não consegui explicar-lhe: que 6289 é o meu telefone.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas

Um conto cheio de surpresas....

Fiquei desesperada com a cena que acabo de ver, preciso falar com alguém. Pego ao telefone para dividir com minha amiga o que aconteceu, nem deixo ela dizer alô e já vou logo dizendo: Mary você não sabe o que aconteceu comigo,acordei cedo, como de costume, e de repente a campainha tocou, fui rápido ver quem era, mas não vejo ninguém no portão, mas quando olho pra baixo um homem está caído na soleira,quase desmaiei de susto, mas fui ver o que havia acontecido com ele, talvez passado mal, desmaiado, sei lá, mas que nada ele estava frio, gelado, morto.Já liguei para a polícia, eles estão pegando o cadáver,coitado. Mary precisava dividir isto com você antes que ficasse sabendo por outra pessoa. Espere um pouco, o policial me chama....
Mary eu não acredito...
O homem não estava morto, hoje é primeiro de abril é meus colegas resolveram fazer uma surpresa, só porque é meu aniversário. Eu não acredito.... Espero que as surpresas continuem, mas agora sem susto.
Depois falamos mais.
Beijos.
Marineusa

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Imaginar

Imaginar é viver.
Imaginar é crescer.
Imaginar é curar e se curar
Imaginar é ter esperança
na vida.
Imaginar é saber-se livre...
mesmo que aprisionado nos
espaços e tempos criados
pelo homem.
Imaginar é descobrir que
existem espaços e tempos
em cada ser humano que
não podem ser trancados,
a não ser que permitamos...
Por não os conhecer ou não
os valorizar. Imaginar pode
gerar energia ou desperdiçar
energia.
O imaginar pode ser
tanto construtivo quanto
destrutivo.
Como aprender a usar nossa
imaginação a nosso favor?
Por onde andam as sombras
da nossa imaginação?
Conhecer e acreditar no
poder da imaginação é
anunciar o poder maravilhoso
e autêntico
que recebemos dela.
Mônica Guttmann

“Ler e escrever é dar forma à nossa capacidade ilimitada de imaginar...
como todas as manifestações artísticas, ler e escrever é abençoar a vida
com a natureza do nosso próprio olhar!”

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Livros que marcam nossas vidas 2

Um dos livros que marcaram minha vida foi: Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil, de Ricardo Antunes.
Foi marcante em razão de o mesmo apresentar análises atuais do futuro do trabalho e do sindicalismo no Brasil, assunto que pesquiso e interessa-me. Fruto de pesquisas coletiva dos diversos setores da economia brasileira, do canto erudito aos bancários, da indústria automobilística à economia informal.
Ricardo Antunes, juntamente com alguns pesquisadores e autores, tais como: István Mészáros, Luciano Vasapollo, Márcio Pochmann e Giovanni Alves estudam os impactos das mudanças na legislação, da nova divisão internacional e regional do trabalho e do capital, como o impacto dos produtos chineses e a ida de unidades fabris para o interior do país, e das mudanças tecnológicas recentes, como a adoção dos métodos administrativos do toyotismo.
Uma pesquisa que "desceu aos infernos onde velhas e novas formas de exploração se juntam para manter submisso o trabalhador" como escreve Francisco de Oliveira na orelha do livro, para a partir da pesquisa compreender as mudanças ocorridas no universo do trabalho urbano, e dos próprios setores clássicos da divisão do trabalho (agricultura, indústria e serviço) tão evidenciada nos termos agroindústria, indústria de serviços ou serviços produtivos, como aponta Antunes.
Terceirização, aumento das lesões por esforços repetitivos, explosão do desemprego, aumento dos esforços de comunicação das empresas para influenciar os trabalhadores e dividi-los, concentração de tarefas, perda de direitos, “cooperativas de trabalho” que acentuam a precarização, crise sindical. A crescente exploração para maiores ganhos de produtividade e rentabilidade do capital, analisada pelos seus efeitos naqueles que produzem estes ganhos: os trabalhadores.
Um “denso inventário sobre o trabalho no Brasil” nas palavras do organizador, o livro traz um artigo inédito do filósofo húngaro István Mészáros sobre o mito da flexibilização do trabalho e a globalização.

Livros que marcam nossas vidas

Vou comentar sobre um livro que gostei muito, não que tenha marcado minha vida, mas que faz refletir muito sobre a vida, o valor que as pessoas dão a ela.
"VERONIKA DECIDE MORRER", de Paulo Coelho, trata da loucura. O escritor nos fala de pessoas que não se encaixam no que a sociedade considera "normal", pessoas que foram forçadas a encontrar um novo caminho. Fantasias e sonhos. Paixão e loucura. Desejo e morte. A partir de uma experiência que conheceu de perto, Paulo Coelho nos leva, a enxergar o mundo para além da rotina. Porque ainda há tempo de celebrar o milagre da vida.
Mary

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Sinopse: "O assalto ao trem pagador"


“O Assalto Ao Trem Pagador”, de Roberto Farias (1962)

Filme clássico do cinema brasileiro. No interior do Estado do Rio de Janeiro, em 14 de junho de 1960, cinco mascarados armados de metralhadoras e revólveres, liderados por Tião Medonho, assaltaram o trem pagador da estrada de ferro Central do Brasil. A maioria dos assaltantes, com exceção de Grilo Peru, Edgar e Tonho, são negros favelados do Rio de Janeiro. Para não despertar suspeitas da polícia, eles decidem só gastar no máximo dez por cento do produto roubado. Entretanto, começam a surgir na favela acontecimentos que tendem a prejudicar o sigilo dos assaltantes. Grilo Peru (interpretado por Reginaldo Faria), mentor do assalto, jovem branco, se entrega ao luxo da zona sul e não aceita as restrições impostas por Tião Medonho. Tenta fugir do País, mas é morto pelo negro favelado. Finalmente, Miguel, compadre de Tião Medonho, trai a quadrilha, denunciando os favelados. A polícia fecha o cerco sobre os assaltantes, até chegar em Tião Medonho. Baseado em fatos reais, Roberto Faria expõe, através deste filme, clivagens de classe e de raça que atingem a sociedade brasileira. A maioria dos assaltantes do trem pagador, com exceção do mentor intelectual do crime são negros e favelados, buscando com o dinheiro obter meios de trabalho e oportunidades de vida digna (ao contrário, por exemplo, do jovem branco da zona sul, mentor intelectual do crime, Peru Grilo, que gasta o dinheiro com luxo ostentátorio e prazer). Existe uma clara divisão hierarquica do trabalho, baseada na posição de classe e na raça - os negros favelados, liderados por Tião Medonho executaram o crime e Peru Grilo, que se diz emissário de um suposto Engenheiro, é o mentor intelectual da operação criminosa. Com os favelados, a policia age com vigor, transgredindo direitos e espaço privado, obcecada em encontrar o dinheiro do assalto e seus executores. Os jornalistas aparecem movidos pelo puro sensacionalismo, desprezando o drama humano e social que existe por trás da noticia do assalto ao trem pagador. A situação de pária dos favelados está pressuposta na narrativa de Roberto Faria, inclusive na idéia de que o assalto ao trem pagador só poderia ser obra de estrangeiros, pois brasileiros não seriam capazes de executar tamanha proeza. É interessante o diálogo entre Edgar e sua mulher (interpretada por Dirce Migliaccio). Diz ele: - “Pobre não pode passar de ladrão de Galinha! Roubar pouco é que dá cadeia”. E a mulher arremata: “Mas não dá morte, e tu, por ter roubado feito rico pode acabar morto.” [topo]
(2006)

Predição/Antecipação

Após a leitura da sinópse e resenha do livro "Se um viajante numa noite de inverno", do escritor Ítalo Calvino constatamos que nossa estratégia de antecipação de leitura não correspondeu às sugestividade do tema do livro, uma vez que o mesmo está estruturado para incentivar as pessoas a tornarem-se leitoras.

Antecipação: caminho que leva a imaginação...

Ao utilizarmos as estratégias de antecipação do título do livro de Calvino, supostamente, díriamos que o texto trata de um viajante que se depara com uma noite fria e solitária.

Paródia

Texto-Base: Se um viajante numa noite de inverno

Errivaine Ap. Ferreira
Marineusa Ap. C. do Carmo

No meio de nossas leituras tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio de nossas leituras
tinha uma pedra...
Nunca esqueceremos nossas leituras em pé,
nas crinas dos cavalos, de ponta cabeça, sobre as almofadas...
Nunca nos esqueceremos desses momentos
que no meio das leituras
tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio das leituras
no meio das leituras
tinha uma pedra...
Paródia é a recriação de um texto conhecido. É um reescrever irônico, crítico, humorístico, dentre outros. É adaptar textos inéditos, tais como: imagem, música, poesia e literário, a um novo contexto.

Depoimento: leitura e escrita

Enquanto leitoras que somos, diríamos que ler é:
viajar nos mais diferentes lugares...
momentos liberdade...
esquecer problemas...
vislumbrar um mundo novo...
enxergar novos horizontes!

Escrever:
É perpetuar nossos sonhos...
através dos mais diferentes registros!

E, concordando com Antonio Candido, para nós ler e escrever é um ato de humanização.

A leitura e a escrita devem merecer atenção de todas as disciplinas?

Enquanto docentes do processo de leitura e escrita acreditamos que sim, pois ambas se completam. É por meio da leitura e escrita interdisciplinar e transdisciplinar que a competência leitora é apreendida pelos que vivenciam este processo. Cabendo a todos os componentes curriculares explorarem os mais diferentes gêneros e tipologias, inclusive os textos virtuais.

Relato de Experiências

As experiências relatadas pelo grupo nos ofereceram reflexões sobre a importância deste curso para suas formações enquanto educadores.
Para alguns, as expectativas são grandes, pois os mesmos não têm familiaridade com o PC. Para outros, ele oferece oportunidades de aprendizagens sob a ótica virtual dos diferentes gêneros e tipologias textuais.
Entretanto, todos concordaram que a tecnologia é um recurso incentivador para o despertar da formação leitora.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Blog, o que é isso?

Blog é uma forma de se criar uma homepage pessoal e entre amigos. Serve para publicar tópicos diversos sobre nossas vidas e também pode ser uma boa fonte de informação para se descobrir sobre outras pessoas.
Serve também para compartilhar novidades sobre a vida, o cotidiano e experiências com pessoas que se conhece. Pode-se ler os artigos publicados por outros ou o seu próprio.
Blog é isso!!! Fácil! Fácil!

Expectativas do Curso

Nossas expectativas são positivas, em razão de que temos consciência de que o mundo virtual, hoje, é parte integrante de nossas vidas. E, também, por sabermos que a comunicação virtual pode ser um rico instrumento de aprendizagens para nós, e, também para nossos alunos.

Perfil

Somos professoras de História e Educação Física, ocupamos na Diretoria de Ensino-Região de Jales, a função de Assitente Técnica Pedagógica do Programa Escola da Família e o cargo de Supervisor de Ensino, respectivamente.
Este é mais um curso que estamos fazendo, que nos remete ao uso da web, porém, a expectativa é grande uma vez que, este tem um perfil inovador e atual.
Gostamos de praticar atividades físicas, dançar, ouvir música, ler, navegar na internet e, mais, fazer amizades.
Já passamos dos quarenta, muito bem vividos. Somos casadas, mães de filhos maravilhosos, mas "adolescentes". Entretanto, algo nos tornam adversárias: uma é santista e a outra fiel corinthiana. No entanto, grandes amigas!
Como boas brasileiras, não desistimos nunca, sonhamos com um mundo melhor, um Brasil mais justo e um povo feliz!