domingo, 30 de setembro de 2007

Ainda produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas.

Sonho ou Pesadelo

Abri os olhos, sentei-me na cama, senti um pequeno arrepio. Pensei: "hoje é o dia"!
Consultei o relógio e vi que estava um pouco atrasada, fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto e quando preparava para enxugá-lo escutei a campanhia.
Pensei: quem será a uma hora desta?
Fui à porta, abri e não havia ninguém. Dei um passo e pisei em algo, olho para ver o que é, acreditando ser o cocô de algum gato, quando deparei com um corpo. Fiquei assustada e mais ainda ao tocá-lo e senti-lo gelado e duro. É um cadáver. Meu Deus o que faço? Corro ao telefone.
- Alô é da polícia? Venham rápido, tem um cadáver em minha porta.
- Como?
- Tem um morto em minha porta!
- Senhora, se isso for um trote, a senhora estará em "maus lençóis".
Não era. Chegam os policiais - as perguntas não cessam - meu desespero, percebo que sou a suspeita do crime.
O quê? Eu, uma criminosa? Sou uma digna cidadã. Conheço meus direitos, quero um advogado. Sinto um frio na barriga. Meu Deus, serei presa! Presa! Desespero...
De repente, sinto-me agredida, chacoalhada.
- Acorde, Riva! Hora de trabalhar!

Respondendo a questão do ENEM 2007

A resposta correta para o exercício proposto na avaliação do ENEM é a E e acreditamos que as competências/habilidades necessárias para que os alunos respondessem corretamente são:ativar, antecipar, checar hipóteses, generalizar, inferir e comparar, uma vez que essas capacidades de compreensão de leitura lhes permitem angariar informações para responder a questão.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Os gêneros textuais em nossas vidas...

Em razão do mundo da leitura e da escrita fazer parte de nossas vidas podemos afirmar que diversos são os Gêneros circulam em nossas áreas de conhecimento, porém, os que mais utlizamos são:curriculum vitae, notícia, reportagem, crônicas social e esportiva,textos de opinião,artigos, editorial, seminários, tomada de notas, regras de jogo, dentre outros, porém, o que mais utlizamos em nossas aulas são as regras de jogo, tomada de notas e cartas de solicitação.
Temos observado que os alunos, de hoje, têm mais acesso ao mundo da leitura e da escrita, entretanto, muitos não o usa por diversos fatores, um deles é o pouco incentivo que têm para o ler e escrever.
Em razão disso, procuramos em todas as oportunidades levá-los a refletir sobre a importância do ler e escrever.
Os gêneros que eles mais se interessam são: os de regras, de opinião, romance e notícias e os que eles têm mais dificuldades são específicos, tais como: seminários, resenha e debate regrado.
As dificuldades mais comuns que apresentam são:interpretação e compreensão do que lêem e por conta disso, exporem suas idéias.
O pouco uso das hipóteses de leitura e escrita, a falta de ambientes de leitura em casa e também o pouco incentivo que recebem de alguns professores,acreditamos, explicam suas dificuldades.

Do que depende a compreensão de um texto?

Acreditamos que a compreensão de um texto advém dos conhecimentos prévios dos indivíduos adicionados por outros oferecidos pelo mediador, no caso específico das salas de aula, o professor. Outro aspecto a ser considerado para a compreensão de um texto é a intertextualidade, pois, a mesma possibilita a incorporação de modelos, vestígios e até estilos de outros textos e gêneros.

O que é texto?

Acreditamos que texto é toda construção social, entendendo-se o termo social como cultura construída e compreendida por meio de símbolos que geram significados e significantes.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas

O que um número não faz

Naquela nova casa da Rua Um pela vez primeira teria um espaço para organizar meus livros, deliciar-me com seus escritos, sentar-me em minha escrivaninha, enfim, ter um espaço para estudar. Não era um cômodo muito amplo, mas com certeza possibilitaria minhas viagens ao mundo da leitura e da escrita. Permitiria inclusive que eu fizesse de meus escritos momentos de criatividade, crítica, desabafo, confidências...
Nele teria minha estante e ela seria do jeito que sempre sonhei, com repartições onde caberiam todos os tamanhos e espessuras de livros, detalhe: iria até o teto, apresentando imponência, praticidade e beleza.
Tratei de encomendá-la ao melhor marceneiro da cidade, careiro, segundo as más línguas, mas excelente profissional. É bem verdade que urrei para pagar a “filha da p...”, porém valeria a pena.
A casa não ficava perto da oficina. Era a penúltima do quarteirão da CECAP, ao lado do açougue Boi Bom, que por sinal fazia um espetinho da hora, mas isso é uma outra história.
Estava ali há algumas semanas e não cansava de apreciar meu cantinho de leitura. Tanto que, quando o marceneiro, ao preencher o pedido da encomenda, perguntou-me o endereço da entrega, tive um instante de incerteza, entretanto, foi só um momento. Pensei rápido: “se o açougue é 8963, a casa é 8964”. Mas lembrei-me de que, ao ir ali pela primeira vez, observara que, apesar de ser ao lado do açougue, havia uma inversão nos números.
- Rua Um 8962 – respondi, e o marceneiro desenhou o endereço no pedido.
- Tudo certo, dona Errivaine. Mais ou menos daqui a um mês sua estante será entregue.
- Um mês, marceneiro! Tudo isso? Diminui este prazo vai.
- A estante é grande, sou caprichoso, gosto de satisfazer meus clientes. Digamos, três semanas.
Contei os dias. Aguardava com ansiedade o momento de ter meu cantinho de estudos arrumado, com a minha tão sonhada estante personalizada, onde enfim, poderia arrumar os livros por assuntos, autores, tamanhos. E, mais que isso, sentir-me uma estudiosa de verdade, uma leitora, cercada de livros por todos os lados. No dia da entrega, voltei do trabalho apressada para ver minha estante.
- Como é, chegou? – perguntei ao entrar.
- Chegou o quê? – respondeu meu filho.
- Como o quê? A estante!
Não chegara. O excelente marceneiro não cumprira com o combinado, ah cidadão filho de uma p...Telefonei-lhe sem pestanejar, no tom da voz, minha indignação. E ele;
- Como não cumpri? Andei com sua estante nas costas de cima pra baixo e não encontrei 8962 nenhum. E o açougue Boi Bom? Só tem de bom o local, porque açougue mesmo não existe.
- Fiquei inerte. Com certeza dera-lhe o número errado.
- Diga o numero correto e sua estante estará em sua casa, hoje, mesmo.
Fiquei sem palavras. Se não era 8962, qual número seria?
Não era 8962, disso tinha certeza...E o marceneiro ao telefone:
- Qual é o número dona Errivaine?
- É 6289, senhor...É isso, 6289.
- Muito bem, 6289. Já anotei. Ainda hoje terá sua estante.
Não tive. Será que havia dado o número errado novamente? Dei.
Corri ao telefone para me desculpar.
- Senhor..., é a Errivaine...da estante.
- A senhora está querendo brincar comigo?
Comecei a rir, enquanto o marceneiro, enraivecido, dizia que não ia mais entregar estante nenhuma, que eu fosse buscá-la, pois ele não era palhaço, etc, etc... E com isso não consegui explicar-lhe: que 6289 é o meu telefone.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Produzindo textos pertencentes a gêneros de diferentes esferas

Um conto cheio de surpresas....

Fiquei desesperada com a cena que acabo de ver, preciso falar com alguém. Pego ao telefone para dividir com minha amiga o que aconteceu, nem deixo ela dizer alô e já vou logo dizendo: Mary você não sabe o que aconteceu comigo,acordei cedo, como de costume, e de repente a campainha tocou, fui rápido ver quem era, mas não vejo ninguém no portão, mas quando olho pra baixo um homem está caído na soleira,quase desmaiei de susto, mas fui ver o que havia acontecido com ele, talvez passado mal, desmaiado, sei lá, mas que nada ele estava frio, gelado, morto.Já liguei para a polícia, eles estão pegando o cadáver,coitado. Mary precisava dividir isto com você antes que ficasse sabendo por outra pessoa. Espere um pouco, o policial me chama....
Mary eu não acredito...
O homem não estava morto, hoje é primeiro de abril é meus colegas resolveram fazer uma surpresa, só porque é meu aniversário. Eu não acredito.... Espero que as surpresas continuem, mas agora sem susto.
Depois falamos mais.
Beijos.
Marineusa

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Imaginar

Imaginar é viver.
Imaginar é crescer.
Imaginar é curar e se curar
Imaginar é ter esperança
na vida.
Imaginar é saber-se livre...
mesmo que aprisionado nos
espaços e tempos criados
pelo homem.
Imaginar é descobrir que
existem espaços e tempos
em cada ser humano que
não podem ser trancados,
a não ser que permitamos...
Por não os conhecer ou não
os valorizar. Imaginar pode
gerar energia ou desperdiçar
energia.
O imaginar pode ser
tanto construtivo quanto
destrutivo.
Como aprender a usar nossa
imaginação a nosso favor?
Por onde andam as sombras
da nossa imaginação?
Conhecer e acreditar no
poder da imaginação é
anunciar o poder maravilhoso
e autêntico
que recebemos dela.
Mônica Guttmann

“Ler e escrever é dar forma à nossa capacidade ilimitada de imaginar...
como todas as manifestações artísticas, ler e escrever é abençoar a vida
com a natureza do nosso próprio olhar!”

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Livros que marcam nossas vidas 2

Um dos livros que marcaram minha vida foi: Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil, de Ricardo Antunes.
Foi marcante em razão de o mesmo apresentar análises atuais do futuro do trabalho e do sindicalismo no Brasil, assunto que pesquiso e interessa-me. Fruto de pesquisas coletiva dos diversos setores da economia brasileira, do canto erudito aos bancários, da indústria automobilística à economia informal.
Ricardo Antunes, juntamente com alguns pesquisadores e autores, tais como: István Mészáros, Luciano Vasapollo, Márcio Pochmann e Giovanni Alves estudam os impactos das mudanças na legislação, da nova divisão internacional e regional do trabalho e do capital, como o impacto dos produtos chineses e a ida de unidades fabris para o interior do país, e das mudanças tecnológicas recentes, como a adoção dos métodos administrativos do toyotismo.
Uma pesquisa que "desceu aos infernos onde velhas e novas formas de exploração se juntam para manter submisso o trabalhador" como escreve Francisco de Oliveira na orelha do livro, para a partir da pesquisa compreender as mudanças ocorridas no universo do trabalho urbano, e dos próprios setores clássicos da divisão do trabalho (agricultura, indústria e serviço) tão evidenciada nos termos agroindústria, indústria de serviços ou serviços produtivos, como aponta Antunes.
Terceirização, aumento das lesões por esforços repetitivos, explosão do desemprego, aumento dos esforços de comunicação das empresas para influenciar os trabalhadores e dividi-los, concentração de tarefas, perda de direitos, “cooperativas de trabalho” que acentuam a precarização, crise sindical. A crescente exploração para maiores ganhos de produtividade e rentabilidade do capital, analisada pelos seus efeitos naqueles que produzem estes ganhos: os trabalhadores.
Um “denso inventário sobre o trabalho no Brasil” nas palavras do organizador, o livro traz um artigo inédito do filósofo húngaro István Mészáros sobre o mito da flexibilização do trabalho e a globalização.

Livros que marcam nossas vidas

Vou comentar sobre um livro que gostei muito, não que tenha marcado minha vida, mas que faz refletir muito sobre a vida, o valor que as pessoas dão a ela.
"VERONIKA DECIDE MORRER", de Paulo Coelho, trata da loucura. O escritor nos fala de pessoas que não se encaixam no que a sociedade considera "normal", pessoas que foram forçadas a encontrar um novo caminho. Fantasias e sonhos. Paixão e loucura. Desejo e morte. A partir de uma experiência que conheceu de perto, Paulo Coelho nos leva, a enxergar o mundo para além da rotina. Porque ainda há tempo de celebrar o milagre da vida.
Mary

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Sinopse: "O assalto ao trem pagador"


“O Assalto Ao Trem Pagador”, de Roberto Farias (1962)

Filme clássico do cinema brasileiro. No interior do Estado do Rio de Janeiro, em 14 de junho de 1960, cinco mascarados armados de metralhadoras e revólveres, liderados por Tião Medonho, assaltaram o trem pagador da estrada de ferro Central do Brasil. A maioria dos assaltantes, com exceção de Grilo Peru, Edgar e Tonho, são negros favelados do Rio de Janeiro. Para não despertar suspeitas da polícia, eles decidem só gastar no máximo dez por cento do produto roubado. Entretanto, começam a surgir na favela acontecimentos que tendem a prejudicar o sigilo dos assaltantes. Grilo Peru (interpretado por Reginaldo Faria), mentor do assalto, jovem branco, se entrega ao luxo da zona sul e não aceita as restrições impostas por Tião Medonho. Tenta fugir do País, mas é morto pelo negro favelado. Finalmente, Miguel, compadre de Tião Medonho, trai a quadrilha, denunciando os favelados. A polícia fecha o cerco sobre os assaltantes, até chegar em Tião Medonho. Baseado em fatos reais, Roberto Faria expõe, através deste filme, clivagens de classe e de raça que atingem a sociedade brasileira. A maioria dos assaltantes do trem pagador, com exceção do mentor intelectual do crime são negros e favelados, buscando com o dinheiro obter meios de trabalho e oportunidades de vida digna (ao contrário, por exemplo, do jovem branco da zona sul, mentor intelectual do crime, Peru Grilo, que gasta o dinheiro com luxo ostentátorio e prazer). Existe uma clara divisão hierarquica do trabalho, baseada na posição de classe e na raça - os negros favelados, liderados por Tião Medonho executaram o crime e Peru Grilo, que se diz emissário de um suposto Engenheiro, é o mentor intelectual da operação criminosa. Com os favelados, a policia age com vigor, transgredindo direitos e espaço privado, obcecada em encontrar o dinheiro do assalto e seus executores. Os jornalistas aparecem movidos pelo puro sensacionalismo, desprezando o drama humano e social que existe por trás da noticia do assalto ao trem pagador. A situação de pária dos favelados está pressuposta na narrativa de Roberto Faria, inclusive na idéia de que o assalto ao trem pagador só poderia ser obra de estrangeiros, pois brasileiros não seriam capazes de executar tamanha proeza. É interessante o diálogo entre Edgar e sua mulher (interpretada por Dirce Migliaccio). Diz ele: - “Pobre não pode passar de ladrão de Galinha! Roubar pouco é que dá cadeia”. E a mulher arremata: “Mas não dá morte, e tu, por ter roubado feito rico pode acabar morto.” [topo]
(2006)

Predição/Antecipação

Após a leitura da sinópse e resenha do livro "Se um viajante numa noite de inverno", do escritor Ítalo Calvino constatamos que nossa estratégia de antecipação de leitura não correspondeu às sugestividade do tema do livro, uma vez que o mesmo está estruturado para incentivar as pessoas a tornarem-se leitoras.

Antecipação: caminho que leva a imaginação...

Ao utilizarmos as estratégias de antecipação do título do livro de Calvino, supostamente, díriamos que o texto trata de um viajante que se depara com uma noite fria e solitária.

Paródia

Texto-Base: Se um viajante numa noite de inverno

Errivaine Ap. Ferreira
Marineusa Ap. C. do Carmo

No meio de nossas leituras tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio de nossas leituras
tinha uma pedra...
Nunca esqueceremos nossas leituras em pé,
nas crinas dos cavalos, de ponta cabeça, sobre as almofadas...
Nunca nos esqueceremos desses momentos
que no meio das leituras
tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio das leituras
no meio das leituras
tinha uma pedra...
Paródia é a recriação de um texto conhecido. É um reescrever irônico, crítico, humorístico, dentre outros. É adaptar textos inéditos, tais como: imagem, música, poesia e literário, a um novo contexto.

Depoimento: leitura e escrita

Enquanto leitoras que somos, diríamos que ler é:
viajar nos mais diferentes lugares...
momentos liberdade...
esquecer problemas...
vislumbrar um mundo novo...
enxergar novos horizontes!

Escrever:
É perpetuar nossos sonhos...
através dos mais diferentes registros!

E, concordando com Antonio Candido, para nós ler e escrever é um ato de humanização.

A leitura e a escrita devem merecer atenção de todas as disciplinas?

Enquanto docentes do processo de leitura e escrita acreditamos que sim, pois ambas se completam. É por meio da leitura e escrita interdisciplinar e transdisciplinar que a competência leitora é apreendida pelos que vivenciam este processo. Cabendo a todos os componentes curriculares explorarem os mais diferentes gêneros e tipologias, inclusive os textos virtuais.

Relato de Experiências

As experiências relatadas pelo grupo nos ofereceram reflexões sobre a importância deste curso para suas formações enquanto educadores.
Para alguns, as expectativas são grandes, pois os mesmos não têm familiaridade com o PC. Para outros, ele oferece oportunidades de aprendizagens sob a ótica virtual dos diferentes gêneros e tipologias textuais.
Entretanto, todos concordaram que a tecnologia é um recurso incentivador para o despertar da formação leitora.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Blog, o que é isso?

Blog é uma forma de se criar uma homepage pessoal e entre amigos. Serve para publicar tópicos diversos sobre nossas vidas e também pode ser uma boa fonte de informação para se descobrir sobre outras pessoas.
Serve também para compartilhar novidades sobre a vida, o cotidiano e experiências com pessoas que se conhece. Pode-se ler os artigos publicados por outros ou o seu próprio.
Blog é isso!!! Fácil! Fácil!

Expectativas do Curso

Nossas expectativas são positivas, em razão de que temos consciência de que o mundo virtual, hoje, é parte integrante de nossas vidas. E, também, por sabermos que a comunicação virtual pode ser um rico instrumento de aprendizagens para nós, e, também para nossos alunos.

Perfil

Somos professoras de História e Educação Física, ocupamos na Diretoria de Ensino-Região de Jales, a função de Assitente Técnica Pedagógica do Programa Escola da Família e o cargo de Supervisor de Ensino, respectivamente.
Este é mais um curso que estamos fazendo, que nos remete ao uso da web, porém, a expectativa é grande uma vez que, este tem um perfil inovador e atual.
Gostamos de praticar atividades físicas, dançar, ouvir música, ler, navegar na internet e, mais, fazer amizades.
Já passamos dos quarenta, muito bem vividos. Somos casadas, mães de filhos maravilhosos, mas "adolescentes". Entretanto, algo nos tornam adversárias: uma é santista e a outra fiel corinthiana. No entanto, grandes amigas!
Como boas brasileiras, não desistimos nunca, sonhamos com um mundo melhor, um Brasil mais justo e um povo feliz!